Motoristas e entregadores por aplicativo realizaram uma manifestação na manhã desta terça-feira (14), na Avenida Luís Viana Filho, conhecida como Paralela, em Salvador. O ato foi convocado pela categoria com concentração na região da balança do Centro Administrativo da Bahia (CAB).
A mobilização foi organizada por meio das redes sociais e tem como alvo o Projeto de Lei Complementar (PLP) 152/2025, que trata da regulamentação dos serviços de transporte e entrega por aplicativos em todo o país.
Durante o protesto, os manifestantes ocuparam três faixas da pista principal da avenida, uma das mais movimentadas da capital baiana, o que provocou reflexos no trânsito da região. Houve congestionamento nas proximidades das vias de acesso ao CAB.
O grupo foi formado por condutores de carros e motocicletas que atuam em plataformas digitais e que demonstram preocupação com possíveis impactos da proposta sobre a renda e a autonomia da categoria. Segundo os trabalhadores, esses pontos são considerados essenciais para quem depende da atividade como principal fonte de sustento.
Os manifestantes se reuniram inicialmente no CAB e seguiram em direção à Avenida Paralela. No local, ocuparam vias próximas a prédios públicos, exibiram cartazes e realizaram buzinaços para chamar a atenção das autoridades.
Ato nacional
A mobilização em Salvador integra um movimento nacional organizado nesta terça-feira (14), com paralisações e carreatas em diversas capitais do país contra a votação do novo texto do projeto na Câmara dos Deputados, em Brasília.
O PLP 152/2025 classifica as plataformas como um "serviço de intermediação" e prevê a possibilidade de cobrança de taxa de até 30% sobre o valor das corridas. O texto também mantém os trabalhadores como autônomos e atribui aos condutores a responsabilidade por eventuais ocorrências envolvendo clientes.
Na versão inicial da proposta, estavam previstos pontos como limite de 20% para a taxa das plataformas, a criação da classificação Motorista por Aplicativo de Transporte (MAT) e bonificação após a hora de trabalho, entre outros itens.
A votação do projeto estava prevista para esta terça-feira por uma comissão especial da Câmara, mas um pedido de adiamento foi encaminhado ao presidente da Casa, ampliando a mobilização da categoria em várias cidades.
A mobilização foi organizada por meio das redes sociais e tem como alvo o Projeto de Lei Complementar (PLP) 152/2025, que trata da regulamentação dos serviços de transporte e entrega por aplicativos em todo o país.
Durante o protesto, os manifestantes ocuparam três faixas da pista principal da avenida, uma das mais movimentadas da capital baiana, o que provocou reflexos no trânsito da região. Houve congestionamento nas proximidades das vias de acesso ao CAB.
O grupo foi formado por condutores de carros e motocicletas que atuam em plataformas digitais e que demonstram preocupação com possíveis impactos da proposta sobre a renda e a autonomia da categoria. Segundo os trabalhadores, esses pontos são considerados essenciais para quem depende da atividade como principal fonte de sustento.
Os manifestantes se reuniram inicialmente no CAB e seguiram em direção à Avenida Paralela. No local, ocuparam vias próximas a prédios públicos, exibiram cartazes e realizaram buzinaços para chamar a atenção das autoridades.
Ato nacional
A mobilização em Salvador integra um movimento nacional organizado nesta terça-feira (14), com paralisações e carreatas em diversas capitais do país contra a votação do novo texto do projeto na Câmara dos Deputados, em Brasília.
O PLP 152/2025 classifica as plataformas como um "serviço de intermediação" e prevê a possibilidade de cobrança de taxa de até 30% sobre o valor das corridas. O texto também mantém os trabalhadores como autônomos e atribui aos condutores a responsabilidade por eventuais ocorrências envolvendo clientes.
Na versão inicial da proposta, estavam previstos pontos como limite de 20% para a taxa das plataformas, a criação da classificação Motorista por Aplicativo de Transporte (MAT) e bonificação após a hora de trabalho, entre outros itens.
A votação do projeto estava prevista para esta terça-feira por uma comissão especial da Câmara, mas um pedido de adiamento foi encaminhado ao presidente da Casa, ampliando a mobilização da categoria em várias cidades.
*Jornal Correio










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