![]() |
| Foto: Trio Elétrico/Crédito Reprodução TV Globo |
Por meio da Lei nº 9.948, publicada no Diário Oficial do Município em 6 de março de 2026, o trio elétrico foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial e Histórico de Salvador. A iniciativa, além de representar um reconhecimento oficial, busca garantir medidas de preservação de um dos símbolos mais emblemáticos da cultura baiana.
Item indispensável nas folias carnavalescas, nas micaretas e nos mais diversos eventos massivos, a nossa “nave-mãe”, citando um de seus filhos, Durval Lélys, desfila e faz reverberar uma Bahia criativa, empreendedora, ícone da alegria e da diversidade sonora e musical, embora inúmeros desafios ainda caibam à condição humana por aqui, especialmente em sua capital.
Fruto da inventividade de dois amigos bem conhecidos, Dodô e Osmar, o trio elétrico atravessa gerações, da Fobica ao Navio Pirata, passando pelo fenômeno Tapajós e pelos lendários Tokajós, Marajós e Valnejós. Mais que um veículo sonoro, consolidou uma verdadeira escola formadora de músicos populares, com performances, repertórios e experimentações que ajudaram a moldar a música baiana.
*Correio










0 Comentários