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Eleitores colombianos vão às urnas no próximo domingo

Foto: Simon McGill

Cerca de 41 milhões de colombianos vão às urnas no próximo domingo (31) para eleger o próximo presidente do país para o período de 2026 a 2030. Entre os 14 candidatos, três aparecem com mais chances de passar ao segundo turno, marcado para 21 de junho.  

A depender do resultado, a Colômbia, o segundo país mais populoso da América do Sul, atrás apenas do Brasil, pode se alinhar mais estreitamente à política dos Estados Unidos (EUA) para a região.


A outra opção é dar continuidade ao governo do Pacto Histórico, bloco partidário do atual presidente Gustavo Petro, o primeiro chefe de Estado de esquerda da história do país caribenho, que não pode se candidatar porque não há reeleição na Colômbia. Além disso, o voto não é obrigatório.


Os favoritos à vaga, segundo as pesquisas, são Ivan Cepeda, filósofo de esquerda, defensor dos direitos humanos e aliado de Petro; Paloma Valência, senadora da direita mais tradicional, aliada do ex-presidente Álvaro Uribe; e Abelardo de La Espriella, advogado milionário admirador dos presidentes Javier Milei, da Argentina, e Donald Trump, dos Estados Unidos (EUA), que nunca havia se candidatado antes.


À frente das pesquisas está Ivan Cepeda, considerado como quase certo no segundo turno. Aliado de Petro, Cepeda é senador e filho do também senador colombiano de esquerda Manuel Cepeda Vargas, assassinado em 1994 “por agentes estatais em cumplicidade com paramilitares”, segundo biografia do candidato. 


Cepeda viveu no exílio entre 1998 e 2004 devido a ameaças por sua atuação como defensor dos direitos humanos. Foi deputado federal por Bogotá, a capital, e senador por três vezes, até 2026. Ele tem uma indígena como vice-presidente na chapa, Aida Quilcue.


O candidato governista participou de negociações nos acordos de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farcs), firmados em 2016, e foi um dos formuladores da política de Petro, de Paz Total, que pretendia pôr fim a mais de seis décadas de conflitos armados internos.


*Agência Brasil



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